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Plano de aula de Ciências: Cuidando do próprio corpo

sexta-feira, 19 de agosto de 2011


Cuidando do próprio corpo

Objetivos 
- Identificar atitudes que contribuem para a manutenção do corpo.
- Reconhecer-se como agente responsável pelo próprio bem-estar.


Conteúdo
- Hábitos saudáveis.


Anos 3º ao 5º.


Tempo estimado Duas aulas.


Material necessário Cronômetro ou relógio, lápis ou caneta e folha de papel.


Flexibilização Para trabalhar com um aluno com deficiência visual (baixa visão), amplie o objetivo desta sequência para que ele perceba que, de acordo com as características físicas de cada pessoa, com suas condições de saúde e com o local onde ela vive, é necessário adotar diferentes hábitos.
Na primeira etapa, amplie a conversa: automóveis de marcas ou modelos diferentes e submetidos a variadas condições de uso exigem diferentes cuidados. Adapte a forma de registro para o aluno com deficiência, utilizando aquela com a qual ele está mais habituado ou demonstra mais habilidade em outras situações (o uso de computador com visualização ampliada é uma possibilidade). Preveja um tempo maior para o seu registro - ele pode iniciar ou terminar a tarefa em casa.
Na segunda etapa, reserve um espaço plano e seguro para que o aluno com deficiência possa realizar a atividade. Oriente sua atuação de modo que ele faça dupla com um colega de porte físico semelhante, que seja capaz de conduzi-lo e no qual ele confie. Mostre-lhe o trajeto da corrida antecipadamente. Você deve orientá-los a correr de mãos dadas.


Desenvolvimento 1ª etapa Dê início ao trabalho conversando com os alunos sobre a importância da saúde para o bom funcionamento do corpo. Você pode fazer uma analogia entre o corpo humano e um carro. Para que o automóvel funcione direito, é preciso que todas as suas peças estejam funcionando adequadamente também. Portanto, manutenção é fundamental. Tomados os devidos cuidados, o carro estará sempre em bom estado e o risco de problemas mecânicos será reduzido. Diga aos estudantes que com o nosso corpo é a mesma coisa, pois ele nada mais é que uma "máquina biológica". Para funcionar como se espera, suas peças (os órgãos e os sistemas que o compõem) precisam apresentar funcionamento adequado. É imprescindível, portanto, que cuidemos de sua manutenção. Lance para os alunos a seguinte pergunta: "O que devemos fazer para cuidar da saúde?". O objetivo é averiguar o nível de informação que eles têm sobre o assunto. Estimule-os a citar hábitos saudáveis, como manter uma dieta balanceada, dormir bem (pelo menos oito horas por noite), praticar esportes, se divertir etc. Em seguida, peça que registrem suas ideias no caderno.
Informe as crianças que, na próxima etapa, elas deverão usar roupas confortáveis, pois será realizada uma atividade na qual terão de fazer exercícios físicos por alguns minutos.


2ª etapa A atividade a seguir deve ser feita em um local amplo (o pátio ou a quadra de esportes da escola, por exemplo). Organize os alunos em duplas. Peça que cada uma fique em repouso por aproximadamente dois minutos. A intenção é fazer com que a frequência cardíaca das crianças diminua, chegando a um nível estável. Solicite que cada estudante meça a frequência do parceiro. A forma mais simples de medi-la é sentir a pulsação no pescoço (posicionando os dedos indicador e médio na lateral do pescoço) ou no punho (posicionando os dedos indicador e médio na parte interna do punho, próximo à base do polegar). A pulsação deve ser aferida durante um minuto, e os alunos terão de anotar no caderno o número de batimentos contados nesse intervalo - para isso, eles utilizarão um cronômetro ou um relógio. Depois que todos tiverem feito sua medição, peça que corram moderadamente durante cerca de cinco minutos. O objetivo, agora, é elevar a frequência cardíaca dos estudantes. Ao terminar a corrida, eles devem repetir a medição. Em seguida, oriente-os a compará-la com a primeira e pergunte: "Por que a frequência cardíaca aumentou após a prática de exercícios físicos?". Explique às crianças que, quando fazemos exercícios, a demanda por nutrientes e oxigênio aumenta no nosso organismo, elevando a frequência cardíaca e fazendo o sangue circular mais rápido. A frequência normal de uma pessoa em repouso varia de 60 a 100 batimentos por minuto. Frequências bem mais baixas, no entanto, podem ser normais em adultos jovens, particularmente entre aqueles que apresentam bom condicionamento físico. Por outro lado, pessoas sem preparo físico podem apresentar maior diferença entre a frequência cardíaca em repouso e depois de atividades físicas. Discuta com os alunos a influência que hábitos saudáveis podem exercer sobre a saúde corporal. Ajude-os a perceber que pessoas que se exercitam regularmente têm melhor preparo físico e, consequentemente, frequência cardíaca mais uniforme. Você pode propor que eles conversem com seus pais ou responsáveis sobre a importância de adotarmos hábitos saudáveis - favorecendo, assim, o bom funcionamento do organismo, o que proporciona melhor qualidade de vida.


Avaliação Peça que os alunos escrevam um guia de orientação com base na seguinte pergunta: "Como os hábitos saudáveis podem influenciar na saúde do nosso corpo?". Essa é uma maneira de averiguar se as crianças perceberam que praticar exercícios, adotar uma alimentação balanceada, dormir oito horas por noite e reservar tempo para se divertir são hábitos saudáveis que ajudam a manter a saúde do corpo e afastar doenças.
Consultoria: Thiago Tassinari Lopes
Professor de Ciências pesquisador da Sangari Brasil, em São Paulo.

Postado por Adriana Ferreira Vieira às 21:45 0 comentários  

Marcadores: Projeto

PROJETOS DE MATEMÁTICA

O lúdico como motivação nas aulas de Matemática

As atividades lúdicas (jogos, brincadeiras, brinquedos...) devem ser vivenciadas pelos educadores. É um ingrediente indispensável no relacionamento entre as pessoas, bem como uma possibilidade para que afetividade, prazer, autoconhecimento, cooperação, autonomia, imaginação e criatividade cresçam, permitindo que o outro construa por meio da alegria e do prazer de querer fazer e construir.

    Quando crianças ou jovens brincam, demonstram prazer e alegria em aprender. Eles têm oportunidade de lidar com suas energias em busca da satisfação de seus desejos. E a curiosidade que os move para participar da brincadeira é, em certo sentido, a mesma que move os cientistas em suas pesquisas. Dessa forma é desejável buscar conciliar a alegria da brincadeira com a aprendizagem escolar.

Caminhos de aprendizagem

     Vale salientar que o aspecto afetivo se encontra implícito no próprio ato de jogar, uma vez que o elemento mais importante é o envolvimento do indivíduo que brinca.

     Ensinar Matemática é desenvolver o raciocínio lógico, estimular o pensamento independente, a criatividade e a capacidade de resolver problemas. Nós, como educadores matemáticos, devemos procurar alternativas para aumentar a motivação para a aprendizagem, desenvolver a autoconfiança, a organização, a concentração, estimulando a socialização e aumentando as interações do indivíduo com outras pessoas.

     O uso de jogos e curiosidades no ensino da Matemática tem o objetivo de fazer com que os alunos gostem de aprender essa disciplina, mudando a rotina da classe e despertando o interesse do aluno envolvido. A aprendizagem através de jogos, como dominó, quebra-cabeça, palavras cruzadas, memória e outros permite que o aluno faça da aprendizagem um processo interessante e divertido.
Analisando as possibilidades do jogo no ensino da Matemática, percebemos vários momentos em que crianças e jovens, de maneira geral, exercem atividades com jogos em seu dia-a-dia, fora das salas de aula. Muitos desses jogos culturais e espontâneos, apresentam impregnados de noções matemáticas que são simplesmente vivenciadas durante sua ação no jogo.

     O desenvolvimento do projeto Matemática e ludicidade buscou envolver os educandos nas brincadeiras, jogos e desafios apresentados e construídos. Os vários conteúdos matemáticos trabalhados de forma lúdica e prazerosa com os alunos do Ensino Fundamental (5ª a 8ª Séries) do Colégio Municipal Aurelino José de Oliveira (Candiba, BA) tiveram grande relevância. Os alunos perceberam que é possível aprender Matemática de forma lúdica, recreativa e divertida, tendo maior aprendizagem em relação aos conteúdos estudados, bem como contribuindo para o aumento da criatividade, criticidade e inventividade no ensino da Matemática.
Sandra Alves de Oliveira,
pedagoga e especialista em Matemática e Estatística,
professora no Departamento de Educação
de Guanambi, BA, Uneb.
Endereço eletrônico: soliveira4@hotmail.com
Artigo publicado na edição nº 377, jornal Mundo Jovem, junho de 2007, página 5.


Dinâmica
Estrada grupal
Objetivo:

Facilitar o conhecimento entre os participantes de um grupo;
Resolver situações-problema e desafios matemáticos.

Procedimentos:

1) Distribuir a cada participante uma peça de um quebra-cabeça que, montado, formaria a imagem de uma estrada;
2) Algumas peças possuem no verso uma pergunta, e outras, uma resposta. Na relação entre a pergunta e a resposta as peças se encaixam;
3) Os participantes devem procurar, entre todos os outros participantes, a peça que irá completar a sua parte do quebra-cabeça;
4) Formarão, então, duplas para falarem e discutirem o que sugerem os seus desafios;
5) As duplas apresentam para o grupo, comentando sobre a pergunta e a resposta;
6) Após as apresentações, o grupo é convidado a formar, com as peças já em dupla, o quebra-cabeça da estrada;
7) Com a estrada construída, abrir para discussões e comentários no grupo;
8) Fechamento da dinâmica.

Brincando com a Matemática

O professor organizará a competição, formando um número de equipes de acordo com o número de colunas de carteiras existentes na sala de aula. Os alunos estarão de pé, ao lado de suas carteiras. O professor anunciará, em voz alta, uma operação matemática cujo resultado final seja um número que só tenha um algarismo.
Exemplo: 3x5-12=?
Os alunos, em grupo, resolvem mentalmente a expressão e agrupam-se em círculo, na frente de sua coluna, dando os braços entre si, de acordo com o resultado (no exemplo acima devem participar apenas três alunos). Sairá vencedora a equipe que responder corretamente a expressão matemática, no menor tempo possível.
Fonte: SILVA, Elizabeth. “Recreação com jogos de matemática”. Rio de Janeiro: Sprint, 2001, p. 24.

Postado por Adriana Ferreira Vieira às 21:11 0 comentários  

Marcadores: Projeto

Projeto Tabuada Musical

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

O ensino da matemática nos anos iniciais do ensino fundamental é muito importante, mas como muitos alunos dizem "matemática é chato", segue abaixo um projeto que irá atrair os alunos para esse maravilhoso mundo dos números.

Clique aqui para baixar o CD Tabuada Musical


Objetivo
 Fazer da aprendizagem da tabuada uma tarefa agradável e prazerosa, utilizando vários recursos que despertam interesse e possibilitem um aprendizado mais rápido.
Justificativa
A matemática sempre foi temida graças ao processo tradicionalista que perdurou por muito tempo. O uso da temida palmatória consolidou o terror sentido pelas crianças ao ouvir a palavra tabuada.
Hoje, mesmo no processo emancipado, o tradicionalismo deixou marcas, e a matemática é vista como bicho de sete cabeças.
Muitas crianças, atualmente, não se sentem à vontade ou motivadas para estudar a tabuada, e a consequência disso é o baixo rendimento em relação à disciplina.
Esse foi um dos motivos que nos inspiraram a usar a música no Ensino Fundamental (Tabuada Musical Cantos e Encantos). Por meio da música, a criança dança, canta e se diverte enquanto aprende, estimulando várias outras habilidades.
Procedimentos metodológicos


  • Pesquisa sobre a origem dos números, o sistema de numeração e o ábaco
  • Literatura infantil
  • Leitura sobre os gênios matemáticos
  • Construção de mosaico
  • Confecção de brinquedos usando a geometria
  • Dramatização
  • Desenhos
  • Dobraduras
  • Receitas culinárias
  • Montagem de murais
  • Jogos e brincadeiras infantis
  • Confecção de panfletos informativos
  • Socialização dos entendimentos sobre as pesquisas realizadas
  • Músicas relacionadas com a tabuada
  • Apresentação de coreografias, dramatização, material artístico na culminância
Avaliação
A avaliação acontecerá mediante  observação, confecção e apresentação dos trabalhos pelos alunos, cumprimento das tarefas realizadas e autoavaliação.

Postado por Fabiana às 11:00 0 comentários  

Marcadores: Projeto

Projetos de Leitura

domingo, 14 de agosto de 2011



A característica básica de um projeto é o objetivo compartilhado por todos os envolvidos, que se expressa num produto final em função do qual todos trabalham. Além disso, os projetos permitem dispor do tempo de uma forma flexível, pois este tem o tamanho necessário para conquistar o objetivo: pode ser de alguns dias ou de alguns meses. Quando são de longa duração, têm ainda a vantagem adicional de permitir o planejamento de suas etapas com os alunos. São ocasiões em que eles podem decidir sobre muitas questões: controlar o tempo, dividir e redimensionar as tarefas, avaliar os resultados em função do plano inicial, etc.
Os projetos são situações em que linguagem oral, linguagem escrita, leitura e produção de textos se inter-relacionam de forma contextualizada, pois quase sempre envolvem tarefas que articulam esses diferentes conteúdos. São situações lingüisticamente significativas, em que faz sentido, por exemplo, ler para escrever, escrever para ler, ler para decorar, escrever para não esquecer. Ler em voz alta em tom adequado. Nos projetos em que é preciso expor ou ler oralmente para uma gravação que se destina a pessoas ausentes, por exemplo, uma circunstância interessante se apresenta: o fato de os interlocutores não estarem fisicamente presentes obriga a adequação da fala ou da leitura a fim de favorecer sua compreensão, analisando o tom de voz e a dicção, planejando as pausas, a entonação, etc. Os projetos de leitura são excelentes situações para contextualizar a necessidade de ler e, em determinados casos, a própria leitura oral e suas convenções.
Alguns exemplos de projetos de leitura: produção de fita cassete de contos ou poemas lidos para a biblioteca escolar ou para enviar a outras instituições; produções de vídeos (ou fitas cassete) de curiosidades gerais sobre assuntos estudados ou de interesse; promoção de eventos de leitura numa feira cultural ou exposição de trabalhos.
Atividades seqüenciadas de leitura
São situações didáticas adequadas para promover o gosto de ler e para desenvolver o comportamento do leitor, ou seja, atitudes e procedimentos que os leitores assíduos desenvolvem a partir da prática de leitura: formação de critérios para selecionar o material a ser lido, constituição de padrões de gosto pessoal, rastreamento da obra de escritores preferidos, etc.
Funcionam de forma parecida com os projetos — e podem integrá-los, inclusive —, mas não têm um produto final predeterminado: nesse caso, o objetivo explícito é a leitura em si. Nas atividades seqüenciadas de leitura, pode-se, temporariamente, eleger um gênero específico, um determinado autor ou um tema de interesse.
Atividades permanentes de leitura
São situações didáticas propostas com regularidade e voltadas para a formação de atitude favorável à leitura. Um exemplo desse tipo de atividade é a Hora de... (histórias, curiosidades científicas, notícias, etc.). Os alunos escolhem o que desejam ler, levam o material para casa por um tempo e se revezam para fazer a leitura em voz alta na classe. Dependendo da extensão dos textos e do que demandam em termos de preparo, a atividade pode se realizar semanalmente ou quinzenalmente, por um ou mais alunos a cada vez. Quando for pertinente, pode incluir também uma breve caracterização da obra do autor ou curiosidades sobre sua vida.
Outro exemplo é o que se pode chamar Roda de Leitores: periodicamente, os alunos tomam emprestado um livro (do acervo de classe ou da biblioteca da escola) para ler em casa. No dia combinado, uma parte deles relata suas impressões, comenta o que gostou ou não, o que pensou, sugere outros títulos do mesmo autor ou conta uma pequena parte da história para “vender”, aos colegas, o livro que o entusiasmou.
Leitura feita pelo professor
Além das atividades de leitura realizadas pelos alunos e coordenadas pelo professor, há as que podem ser realizadas basicamente pelo professor. É o caso da leitura compartilhada de livros em capítulos, que possibilita aos alunos o acesso a textos bastante longos (e às vezes difíceis) que, por sua qualidade e beleza, podem vir a encantá-los, ainda que nem sempre sejam capazes de lê-los sozinhos.
A leitura em voz alta feita pelo professor não é uma prática muito comum na escola. E, quanto mais avançam as séries, mais incomum se torna, o que não deveria acontecer, pois, muitas vezes, são os alunos maiores que mais precisam de bons modelos de leitores.
Na escola, uma prática de leitura intensa é necessária por muitas razões. Ela pode:
  • Ampliar a visão de mundo e inserir o leitor na cultura letrada.
  • Estimular o desejo de outras leituras.
  • Possibilitar a vivência de emoções e o exercício da fantasia e da imaginação.
  • Permitir a compreensão do funcionamento comunicativo da escrita: escreve-se um texto para ser lido.
  • Expandir o conhecimento a respeito da própria leitura.
  • Aproximar o leitor dos textos e os tornar familiares — condição para leitura fluente e para produção de textos.
  • Possibilitar produções orais, escritas e em outras linguagens.
  • Informar como escrever e sugerir sobre o que escrever.
  • Ensinar a estudar.
  • Possibilitar ao leitor compreender a relação que existe entre a fala e a escrita.
  • Favorecer a estabilização de formas ortográficas.
Uma prática intensa de leitura na escola é, sobretudo, necessária, porque ler ensina a ler e a escrever.
Prática de produção de textos
O trabalho com produção de textos tem como finalidade formar escritores competentes capazes de produzir textos coerentes, coesos e eficazes.
Um escritor competente é alguém que, ao produzir um discurso, conhecendo possibilidades que estão postas culturalmente, sabe selecionar o gênero no qual seu discurso se realizará, escolhendo aquele que for apropriado a seus objetivos e à circunstância enunciativa em questão. Exemplos: se o que deseja é convencer o leitor, o escritor competente selecionará um gênero que lhe possibilite a produção de um texto predominantemente argumentativo; se é fazer uma solicitação a determinada autoridade, provavelmente redigirá um ofício; se é enviar notícias a familiares, escreverá uma carta. Um escritor competente é alguém que planeja o discurso e, conseqüentemente, o texto em função do seu objetivo e do leitor a que se destina, sem desconsiderar as características específicas do gênero. É alguém que sabe elaborar um resumo ou tomar notas durante uma exposição oral; que sabe esquematizar suas anotações para estudar um assunto; que sabe expressar por escrito seus sentimentos, suas experiências ou opiniões.
Projetos de Leitura
 
Fonte: Parâmetros Curriculares Nacionais: Língua Portuguesa/Secretaria de Educação Fundamental – Brasília: 1997, p. 58 a 65

Postado por Fabiana às 14:38 0 comentários  

Marcadores: Projeto

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